por M. S. Costa

Ela era como um dos peões no Xadrez. Precisávamos superfaturar nos negócios da família dela e, para isso, todo movimento era dado com cautela, minuciosidade. Mas aquela baixinha me pareceu indescritivelmente bela, tímida e era frágil naquele vestido de algodão nem tão bem passado. O que acontece quando a raposa apaixona-se pela presa? Como enganar, enganando-se?  Cercar, cercando-se? Correr, abraçando? Eu já queria era cuidar dela, todavia cria ser isto cada dia menos possível. (…)

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